Comércio local

Sistema para loja física com PDV, estoque e vendas online

Sua loja não precisa virar um e-commerce nacional para vender pela internet.

A Sellit reúne o atendimento no balcão e as vendas pela internet na mesma plataforma: PDV, catálogo, estoque, clientes, vendedores, comissões, pedidos e relatórios num sistema só — sem contratar um software para o caixa e outro para o site.

A diferença para uma plataforma de e-commerce comum está no que o comércio local precisa: entrega cobrada por faixa de distância, retirada na loja, pedido mínimo por região e pagamento na hora da entrega, em dinheiro ou cartão, com troco.

O que a operação local usa de fato

  • Entrega por faixa de quilometragem, com preço e prazo por faixa
  • Regra de frete por raio, cidade, estado ou local nomeado
  • Pedido mínimo definido por regra de entrega
  • Retirada na loja, com o pedido separado antes
  • Pagamento na entrega ou na retirada, em dinheiro ou cartão
  • Desconto para quem paga em dinheiro
  • Pix direto na sua chave, sem gateway
  • PDV para o balcão, no mesmo estoque
  • Vendedores com link individual e comissão
  • Catálogo aberto, sem o cliente pedir lista pelo WhatsApp

A loja física continua aberta no endereço. A Sellit abre um segundo balcão no celular do cliente do bairro.

Quero organizar minha loja físicaComece grátis, sem cartão de crédito e sem fidelidade.

Resposta direta

A Sellit funciona como sistema para loja física e comércio local: o PDV registra a venda do balcão usando o mesmo catálogo, estoque e relatórios da loja virtual, e a loja online é montada para atender a própria região em vez de o Brasil inteiro. Para isso existem recursos específicos: regra de frete com escopo por raio, cidade, estado ou local nomeado; faixas de quilometragem com preço e prazo próprios por faixa (por exemplo, até 2 km, de 2 a 5 km, de 5 a 10 km); pedido mínimo definido por regra de entrega; retirada na loja; e pagamento na entrega ou na retirada, em que o comprador escolhe dinheiro ou cartão, você define as bandeiras aceitas, informa se precisa de troco e pode dar desconto para quem paga em dinheiro — com o aviso do pedido chegando já com a forma real escolhida. Também dá para receber por Pix direto na sua chave, sem comissão da plataforma e sem taxa de gateway, confirmando o recebimento no painel, ou usar checkout automático com gateway e as taxas dele. Some vendedores com link individual e comissão, cadastro de clientes com histórico, catálogo aberto que dispensa o cliente pedir a lista pelo WhatsApp, e Instagram e WhatsApp integrados. Dois pontos a saber: o PDV é recurso do plano FULL, hoje liberado também no PRO, e o Start não dá acesso ao caixa; e operações com comanda, mesa, balança ou frente de caixa de supermercado precisam ser validadas antes, porque não é o que a plataforma resolve.

Atualizado em

Comércio local não é e-commerce nacional em versão pequena

É outro problema. E a maior parte das plataformas resolve o problema errado para esse lojista.

Ter loja virtual não significa despachar para todo o Brasil. Um comércio de bairro pode usar a internet para vender melhor no próprio bairro — e, para boa parte do que ele vende, é a única possibilidade.

Pense num saco de ração, num item de R$ 3,90 ou em serragem prensada. Nenhum desses sobrevive a um frete de transportadora: o envio custa mais que o produto. O que funciona é entrega própria por distância, retirada e pagamento na porta — exatamente o que uma plataforma pensada para venda nacional não prioriza.

Com a loja no ar, o cliente da região consulta os produtos, monta o pedido, escolhe retirar ou receber, escolhe como pagar e envia — mesmo quando o telefone está ocupado, a equipe está atendendo no balcão ou a loja já fechou.

O comércio continua local. O que deixa de ser local é o horário em que o cliente consegue pedir.

Um comércio local real na Sellit

A Agro do Bairro é o retrato dessa operação — e a descrição da própria loja resume o modelo.

A loja se apresenta como "rações e muito mais a um clique de distância", anunciando entrega em até 90 minutos, frete grátis na região da loja e pedido mínimo de R$ 40. Três decisões comerciais que a plataforma precisa saber executar — e que não têm nada a ver com despachar pedido para outro estado.

O catálogo explica por quê: ração, alimento para canário, arroz para cachorro a R$ 3,90, defensivos, serragem prensada, linha de ração de postura e crescimento. Ticket entre R$ 3,90 e R$ 54,90, muito produto pesado e barato. É a definição de operação que só fecha a conta com entrega própria e retirada.

Loja publicada na Sellit em sellitbr.com/agrodobairro, com descrição, catálogo e canais conectados consultados na vitrine pública.1

O que o modelo dela mostra

  • A loja virtual não substitui o estabelecimento: ela abre o catálogo
  • O cliente não precisa pedir a lista de preços pelo WhatsApp
  • A entrega acompanha a região, com condição por distância
  • O pagamento pode acontecer fora de um gateway
  • Frete grátis vira uma regra de área, não uma promessa vaga
  • O pedido mínimo protege a margem da entrega própria
  • As vendas do balcão continuam registradas no PDV

Vale notar o que a Agro do Bairro conecta: WhatsApp e Instagram. Não é uma operação que depende de tráfego nacional — depende de quem já mora perto e já conhece a loja.

O balcão e a internet no mesmo estoque

O custo de sistemas separados não é a soma das mensalidades. É manter todos eles atualizados.

A pilha típica é: PDV no caixa, planilha para o estoque, WhatsApp para pedido, Instagram para divulgar, outra plataforma para a loja virtual, caderno para entrega, planilha para comissão e um painel à parte para pagamento. Cada um deles é uma verdade diferente sobre o mesmo estoque.

O caso que acontece toda semana

Existem cinco unidades de um produto. Durante o dia, duas saem no balcão, uma é separada por WhatsApp e uma é comprada pelo site. Se os canais não compartilham a contagem, alguém precisa conferir tudo à mão — e no dia em que ninguém confere, o site vende a sexta unidade.

Na Sellit, a venda do PDV e a venda online debitam a mesma base. Você não sincroniza nada porque não há dois lugares para sincronizar.

O mesmo vale para o resto da operação: produto cadastrado uma vez, cliente com histórico dos dois canais, comissão calculada na venda independentemente de onde ela aconteceu, e relatório que soma balcão e internet sem planilha intermediária.

Entrega cobrada por distância

É o recurso que faz a diferença nesse segmento, e ele é mais completo do que uma taxa única.

Você cria uma regra de entrega própria e define o escopo dela: todo o Brasil, uma cidade, um estado, estados selecionados ou um raio a partir da loja. Dentro da regra, monta faixas de quilometragem — e cada faixa tem preço e prazo próprios.

Um exemplo de configuração

  • Até 2 km: R$ 5, entrega em até 90 minutos
  • De 2 a 5 km: R$ 8, no mesmo dia
  • De 5 a 10 km: R$ 15, no mesmo dia
  • Retirada na loja: sem custo

Os valores são exemplo, não tabela da plataforma. O que importa é que o prazo acompanha a faixa: prometer 90 minutos para quem está a 12 km é o tipo de promessa que a operação não cumpre e o cliente não perdoa.

Por que faixa é melhor que taxa única

Taxa única erra nas duas pontas. Fica caro para quem mora a três ruas e passa a comparar com a loja do lado; e fica barato para quem mora do outro lado da cidade, onde a taxa não cobre combustível, tempo e o custo do entregador. Faixa por distância aproxima o preço do custo real de cada entrega.

Pedido mínimo por regra

Cada regra de entrega pode ter um valor mínimo de compra para ficar disponível no checkout. É assim que se sustenta entrega própria de produto barato: o pedido mínimo de R$ 40 da Agro do Bairro não é capricho, é o que faz a entrega de um item de R$ 3,90 não dar prejuízo.

Vale ainda deixar explícito na loja até onde você entrega, em quais dias e horários, e o que acontece com endereço fora da área. Aceitar o pedido e descobrir depois que não atende aquele endereço custa mais que recusar na hora.

Retirada na loja

A opção mais subestimada do comércio local: sem custo de entrega e com o cliente entrando na loja.

O cliente monta o pedido em casa, escolhe retirada, paga antes ou no local e busca quando quiser. Para ele, evita procurar produto na prateleira, reduz o tempo dentro da loja, não paga entrega e garante que o item está reservado.

Para você, o pedido chega organizado e separado com antecedência, a fila diminui, o erro de separação cai — e o cliente aparece no balcão, o que é uma oportunidade de venda complementar que a entrega não dá.

O que precisa estar escrito

  • Prazo de separação, para ele não chegar antes de estar pronto
  • Endereço e horário de funcionamento
  • Como ele será avisado de que o pedido está pronto
  • Documento ou dado necessário para retirar
  • Se outra pessoa pode buscar
  • Por quanto tempo o pedido fica reservado

Pagamento na entrega ou na retirada

É aqui que a plataforma vai mais longe do que se espera — e o detalhe importa para quem entrega.

O pedido pode ser criado sem cobrança na hora, para o cliente pagar quando receber ou quando buscar. E não é um campo de observação: você define quais formas aceita nessa modalidade, e o comprador escolhe uma delas no checkout.

O que você controla

  • Quais formas de pagamento valem na entrega ou na retirada
  • Quais bandeiras de cartão a maquininha aceita
  • Instruções próprias, exibidas ao cliente
  • Desconto para quem paga em dinheiro, com a porcentagem que você definir
  • Troco, informado pelo cliente no pedido

O aviso do pedido chega com a forma real escolhida — "na entrega/retirada · dinheiro" ou "na entrega/retirada · cartão de crédito (Visa) · 3x". Isso muda a rotina do entregador: ele sai sabendo se leva maquininha, quanto de troco precisa e em quantas vezes a venda foi combinada. Sem isso, alguém descobre na porta do cliente.

Onde limitar

Pagamento na entrega tem um risco real: pedido recusado depois do deslocamento é prejuízo. Vale restringir a modalidade a endereços próximos, valor mínimo, clientes já cadastrados ou compradores recorrentes — e definir o que fazer quando o cliente não está em casa.

O desconto para dinheiro existe justamente para inclinar a escolha para a forma que não tem taxa de maquininha. Use com a conta feita: um desconto maior que a taxa que você economiza é prejuízo com etapas extras.

Pix direto na sua chave ou checkout automático

Para comércio local, os dois caminhos têm uso — e às vezes na mesma loja.

Pix manual, sem intermediário

O cliente conclui o pedido na loja e o QR Code é gerado a partir da chave Pix da própria loja. O dinheiro cai direto na sua conta: sem comissão da plataforma, sem taxa de gateway e sem intermediador. Você confere o recebimento e confirma no painel. Tarifas do seu banco ou da maquininha usada na entrega seguem o que você contratou.

Checkout automático

Com gateway integrado, a confirmação é automática, o pedido entra pago e o cliente pode pagar com cartão e parcelar. Faz sentido quando o volume cresce, quando a loja recebe pedido de madrugada ou quando conferir Pix à mão passa a consumir o tempo da equipe. Valem as taxas do processador escolhido.

Nada impede combinar: automático para quem quer pagar na hora, Pix manual para o cliente conhecido e pagamento na entrega para quem prefere pagar na porta. A Sellit cobra 0% de comissão sobre as vendas em qualquer um dos caminhos.

O caixa do balcão

A venda presencial entra na mesma operação — este é o resumo; há uma página só sobre o PDV.

O PDV abre em modo caixa de tela cheia e usa o mesmo catálogo e estoque da loja online. O vendedor busca o produto ou lê o código de barras pela câmera do celular, escolhe a variação, identifica o cliente, registra o pagamento e fecha — com a venda atribuída a ele e a comissão calculada.

Vários vendedores podem fechar venda ao mesmo tempo, cada um no próprio aparelho, em vez de a equipe inteira disputar o computador do caixa. Isso resolve fila no salão e permite atender em feira, evento e quiosque.

O PDV é um recurso do plano FULL, hoje liberado também no PRO por tempo indeterminado; o Start não dá acesso ao caixa. Ele opera conectado à internet, e o estoque só permanece correto se toda saída passar pelo registro.

Vendedores dentro e fora da loja

O vendedor do balcão pode continuar vendendo depois que o cliente vai embora.

Cada vendedor tem link individual, metas, ranking e comissão calculada pela regra que você definiu — disponível desde o plano Start. A venda no PDV já sai vinculada a quem atendeu, e a venda feita pelo link também.

Na prática: o cliente vem à loja, decide depois, o vendedor manda o link dele, o cliente monta o pedido em casa e a venda continua sendo daquele vendedor. Para equipe comissionada, isso encerra a discussão de fim de mês sobre quem atendeu quem.

Cliente com histórico dos dois canais

Venda no balcão sem identificar o cliente registra o valor e perde o relacionamento. Quando o comprador é identificado, você passa a saber o que ele compra, com que frequência, quanto gastou, quem o atende e qual foi o último pedido — informação que serve para pós-venda, recompra e para perceber que um cliente recorrente parou de aparecer.

Instagram e WhatsApp, sem o direct virar sistema de pedido

O problema não é usar o WhatsApp. É o WhatsApp ser o único lugar onde o pedido existe.

Compare as duas mensagens. Sem loja, chega "oi, queria fazer um pedido" — e a equipe ainda precisa descobrir produtos, quantidades, endereço, forma de entrega, pagamento e total, uma pergunta por vez.

Com a loja, chega um pedido montado: itens, quantidades, endereço, entrega escolhida, forma de pagamento e valor. O WhatsApp continua servindo para confirmar, ajustar, informar prazo e combinar detalhe — o que é conversa de verdade.

O Instagram segue fazendo o que faz bem: mostrar produto, novidade, promoção, bastidor e a chegada de estoque. O que ele não faz é carrinho, quantidade, endereço e pagamento — e é por isso que o link resolve mais que o direct.

Campanhas para a vizinhança

Frete grátis no bairro, desconto na retirada, cupom de primeira compra, brinde acima de um valor e condição para um raio específico funcionam bem em comércio local, onde o cliente é recorrente e mora perto.

Uma ressalva de conta: frete grátis não é grátis para você. Se a entrega custa R$ 8 e a margem do pedido é R$ 6, a campanha está pagando para vender. Combine frete grátis com pedido mínimo — é para isso que o mínimo por regra existe.

Que tipo de comércio isso atende

O critério não é o ramo. É se os produtos cabem em catálogo e pedido.

  • Agropecuária, pet shop e produtos naturais
  • Roupas, calçados, cosméticos, semijoias e presentes
  • Papelaria, utilidades e eletrônicos
  • Materiais de construção e ferragens
  • Mercadinho e loja de bairro
  • Distribuidor e atacado local
  • Quiosque, feira e showroom

O sistema rende quando o produto tem nome, preço, estoque e cabe numa lista. Operação de comanda e mesa, receita, balança, venda regulada ou frente de caixa de supermercado precisa ser validada antes — não é o que a plataforma resolve, e é melhor descobrir isso agora.

Já tenho um sistema. Vale trocar?

A pergunta não é qual caixa é melhor, e sim o que precisa continuar funcionando depois da troca.

Vale avaliar quando:

  • O PDV não tem loja virtual e o estoque é ajustado à mão
  • Existe uma segunda mensalidade só para o site
  • Os pedidos do WhatsApp vivem em conversas
  • As entregas são controladas em caderno
  • As comissões são fechadas em planilha
  • A equipe inteira depende de um caixa
  • O cliente não consegue comprar sozinho
  • Você atualiza o mesmo produto em mais de um sistema

Vale ficar onde está quando o sistema atual entrega:

  • Emissão fiscal específica do seu regime e do seu estado
  • Gestão contábil e financeira integrada
  • Compras avançadas, produção ou controle de lote complexo
  • Integração exclusiva ou processo interno sob medida

Nesses casos a Sellit pode ser a plataforma de vendas e conviver com o sistema de gestão, conforme as integrações disponíveis. Antes de decidir, liste as integrações obrigatórias e confirme cada uma — é o item que mais trava migração de comércio.

Como montar a operação local

A ordem que evita retrabalho — os pedidos de teste vêm antes de divulgar o link.

  • Crie a conta com nome, contato e endereço da loja
  • Cadastre os produtos com foto, preço, estoque, categoria e variações
  • Configure a retirada: endereço, horários, prazo de separação e aviso
  • Crie a regra de entrega própria e escolha o escopo (raio, cidade, estado)
  • Monte as faixas de quilometragem com preço e prazo em cada uma
  • Defina o pedido mínimo por regra, para a entrega não dar prejuízo
  • Configure o pagamento: automático, Pix manual, na entrega ou na retirada
  • Nas formas na entrega, defina métodos aceitos, bandeiras e desconto no dinheiro
  • Cadastre a equipe com acessos, metas e comissões, e teste o PDV
  • Faça pedidos de teste: retirada, endereço perto, endereço longe e fora da área
  • Confirme que o estoque baixou e que o aviso do pedido traz a forma de pagamento
  • Divulgue o link no Instagram, no WhatsApp, no Google, na fachada, no caixa, na sacola e em QR Code

O teste com endereço fora da área é o que mais gente esquece — e é o que evita aceitar um pedido que a operação não consegue entregar.

Quanto custa

Produtos ilimitados em todos os planos e 0% de comissão da plataforma sobre as vendas.

Start — R$ 69,90 no mensal ou R$ 39,90/mês no anual

Produtos ilimitados, loja virtual, pagamentos e fretes, entrega própria, retirada, recuperação de carrinho, Order Bump, Upsell, kits, cupons, afiliados e vendedores com metas e comissões. O caixa não está incluído neste plano.

PRO — R$ 147,90 no mensal ou R$ 67,90/mês no anual

Tudo do Start mais o PDV (recurso do FULL, hoje liberado no PRO), criação de produtos e imagens com IA, Selly Gerente, domínio próprio e remoção da marca Sellit, modo atacado, Pix parcelado e outros gateways, integrações e automações de WhatsApp. É o plano da loja física.

FULL — R$ 297 no mensal ou R$ 197/mês no anual

Tudo do PRO mais a Central de Atendimento completa com vários atendentes na mesma caixa de entrada, a Selly vendedora no WhatsApp e no Instagram, taxas de gateway reduzidas, gerente de conta e suporte prioritário.

Preços e recursos por plano podem mudar — confirme as condições vigentes antes de contratar.

Para quem a Sellit faz sentido no comércio local

Costuma funcionar bem para

  • Loja de bairro e pequeno comércio com clientela da região
  • Quem entrega com motoboy, carro próprio ou funcionário
  • Comércio que trabalha com retirada no balcão
  • Loja que vende produto barato ou pesado, inviável por transportadora
  • Operação com vários vendedores atendendo ao mesmo tempo
  • Quem hoje recebe pedido pelo WhatsApp e anota entrega em caderno
  • Loja física que quer o balcão e o site no mesmo estoque
  • Comércio sem equipe técnica

Precisa de outro sistema ao lado se a operação tem

  • Comanda, mesa e atendimento de bar ou restaurante
  • Balança, pesagem e frente de caixa de supermercado
  • Venda regulada, com prescrição ou controle sanitário próprio
  • Emissão fiscal específica ou gestão contábil integrada
  • Produção, compras avançadas e controle de lote complexo
  • Vários centros de distribuição com regras próprias

Operação improvisada e operação no sistema, lado a lado

Operação improvisada e operação no sistema, lado a lado
"Oi, queria fazer um pedido" — e começa o interrogatórioPedido chega com itens, endereço, entrega e pagamento
Cliente pede a lista de preços pelo WhatsAppCatálogo aberto, com preço e disponibilidade
Taxa de entrega única, errada para perto e para longeFaixa por quilometragem, com preço e prazo em cada uma
Descobrir na conversa que não entrega naquele endereçoÁrea de entrega definida, com escopo por raio ou cidade
Entregador sai sem saber se leva maquininha ou trocoAviso do pedido com a forma real e o troco informado
Retirada combinada de memória, cliente chegando antesPedido de retirada separado, com prazo publicado
Estoque do balcão e do site em contagens diferentesUma base de estoque para os dois canais
Comissão do vendedor fechada em planilhaVenda atribuída no ato, comissão calculada
Loja fechada é loja que não recebe pedidoPedido entra de madrugada, atendido no horário

Quanto custa a Sellit

START

R$ 39,90/mês

no plano anual · R$ 69,90/mês no mensal

  • Produtos ilimitados
  • Pagamento e frete nativos
  • Recuperação de carrinho
  • Order bumps, upsells e kits
  • Sistema de afiliados
  • Vendedores, metas e comissões
  • Live Shop
  • Cupons e descontos

PRO

R$ 67,90/mês

no plano anual · R$ 147,90/mês no mensal

  • Chat Selly, gerente de loja IA
  • Criação de produtos com IA
  • Imagens profissionais com IA
  • Central de Atendimento (acesso em teste)
  • Modo Atacado: preço por volume e pedido mínimo
  • Domínio próprio e marca Sellit removida
  • PIX parcelado, PayPal e outros gateways
  • Integração Melhor Envio + Bling
  • Google Ads, Analytics, Pixel, Sacolinha IG
  • Automações de WhatsApp

FULL

R$ 197,00/mês

no plano anual · R$ 297,00/mês no mensal

  • Tudo do PRO
  • Central de Atendimento completa
  • Vários vendedores na mesma caixa de entrada
  • Selly IA vendedora no WhatsApp e Instagram
  • Taxas de gateway reduzidas
  • Gerente de conta dedicado via WhatsApp
  • Suporte prioritário
  • Acesso VIP aos cursos Sellit
  • Maior visibilidade no marketplace

Sem comissão da plataforma por venda e sem fidelidade. As taxas do meio de pagamento escolhido (PIX, cartão) seguem valendo, como em qualquer plataforma.

Perguntas frequentes

A Sellit funciona como sistema para loja física?

Sim. Ela reúne PDV, produtos, estoque, clientes, vendedores, comissões, pedidos, relatórios e a loja virtual na mesma operação — com os recursos que o comércio local usa, como entrega por distância, retirada e pagamento na entrega.

Posso vender apenas para a minha cidade?

Sim. A regra de entrega pode ter escopo por raio a partir da loja, por cidade, por estado ou por estados selecionados — não é preciso trabalhar com envio nacional.

Posso cobrar a entrega pela distância?

Sim. Você monta faixas de quilometragem dentro da regra de entrega, e cada faixa tem preço e prazo próprios — por exemplo, até 2 km, de 2 a 5 km e de 5 a 10 km.

Posso definir pedido mínimo para entregar?

Sim, por regra de entrega. É o que sustenta entrega própria de produto barato: sem mínimo, levar um item de poucos reais até a casa do cliente dá prejuízo.

Posso limitar a área de entrega?

Sim, definindo o raio, a cidade ou as regiões atendidas. Vale também publicar até onde você entrega, em quais dias e horários — aceitar o pedido e descobrir depois que não atende o endereço custa mais que recusar na hora.

Posso oferecer retirada na loja?

Sim. O cliente monta o pedido, escolhe retirada e busca no estabelecimento, pagando antes ou no local. Informe o prazo de separação para ele não chegar antes de o pedido estar pronto.

O cliente pode pagar quando receber ou quando buscar?

Sim. O pedido é criado sem cobrança e o pagamento acontece na entrega ou na retirada. Você define quais formas aceita nessa modalidade e o cliente escolhe uma delas no checkout.

Consigo definir quais formas aceito na entrega?

Sim — quais métodos valem, quais bandeiras de cartão a sua maquininha aceita e instruções próprias exibidas ao cliente. O aviso do pedido chega com a forma real escolhida, como "na entrega/retirada · cartão de crédito (Visa) · 3x".

Dá para saber se preciso levar troco?

Sim. Quando o cliente escolhe dinheiro, ele informa o valor no pedido, e o aviso mostra isso — então o entregador sai sabendo quanto de troco levar.

Posso dar desconto para quem paga em dinheiro?

Sim, com a porcentagem que você definir para pagamento em dinheiro na entrega ou na retirada. Faça a conta antes: o desconto só compensa se for menor que a taxa de maquininha que você economiza.

Posso vender sem taxa nenhuma?

Sim, pelo Pix manual: o QR Code sai da chave da própria loja, sem comissão da plataforma e sem taxa de gateway, e você confirma o recebimento no painel. Tarifas do seu banco ou da maquininha usada na entrega seguem o que você contratou.

O Pix manual é confirmado automaticamente?

Não. Como o pagamento não passa por um intermediador, a confirmação é feita por você no painel.

Posso aceitar cartão online e parcelar?

Sim, com checkout automático usando um gateway integrado, aplicando as taxas do processador. Pix parcelado e outros gateways estão a partir do PRO.

Posso combinar mais de uma forma de pagamento na loja?

Sim. Nada impede oferecer checkout automático para quem quer pagar na hora, Pix manual para o cliente conhecido e pagamento na entrega para quem prefere pagar na porta.

A Sellit tem PDV? Em qual plano?

Sim, e ele usa o mesmo catálogo, estoque e relatórios da loja online. O PDV é recurso do plano FULL, hoje liberado também no PRO — o Start não dá acesso ao caixa. Há uma página dedicada só ao PDV, com o detalhamento do caixa.

Vários vendedores podem vender ao mesmo tempo?

Sim, cada um no próprio aparelho, com a venda atribuída a quem atendeu e a comissão calculada. Isso resolve fila no salão e permite atender em feira e evento.

O vendedor do balcão pode vender online?

Sim, com link individual: o cliente que veio à loja e decidiu depois compra pelo link, e a venda continua vinculada ao vendedor que o atendeu.

A loja física e a virtual usam o mesmo estoque?

Sim. A venda do PDV e a venda online debitam a mesma base, então não há dois lugares para sincronizar. O estoque só se mantém correto se toda saída passar pelo registro.

O cliente pode comprar com a loja fechada?

Sim. Ele consulta, monta o pedido e escolhe retirada ou entrega a qualquer hora, e a equipe atende dentro do horário de funcionamento que você definir.

Preciso abandonar o WhatsApp?

Não, e nem deveria. O que muda é o tipo de mensagem: em vez de "queria fazer um pedido", chega um pedido montado com itens, endereço, entrega e pagamento, e o WhatsApp fica para confirmar, ajustar e combinar detalhes.

Serve para agropecuária e pet shop?

Sim — a Agro do Bairro é uma loja real na plataforma, com ração, alimentos, defensivos e itens de baixo valor, atendendo principalmente a região com entrega própria e retirada.

Serve para mercadinho?

Atende operação de catálogo e pedido. Processos de supermercado como balança, pesagem, lote e frente de caixa avançada precisam ser validados antes de migrar — não é o que a plataforma resolve.

Serve para bar ou restaurante?

Não é o caso de uso: não há comanda nem controle de mesa. Para delivery de produto embalado funciona; para atendimento de salão, não.

A Sellit é um ERP?

Ela reúne produtos, estoque, pedidos, clientes, vendedores, comissões e relatórios. Operação fiscal, contábil, industrial ou financeira complexa pode continuar exigindo um ERP especializado ao lado.

A Sellit cobra comissão sobre as vendas?

Não. A Sellit cobra 0% de comissão da plataforma. Você paga a assinatura e, quando usa gateway, as taxas do processador escolhido.

Os produtos são ilimitados?

Sim, em todos os planos comerciais — o que importa em comércio de bairro, onde o catálogo tende a ser grande e de ticket baixo.

Preciso contratar um programador?

Não. A estrutura da loja, do catálogo e do checkout já vem pronta e é administrada sem conhecimento técnico.

Fontes

  1. 1. Agro do Bairro · consultado em

Dados de terceiros conferidos nas datas indicadas. Planos e taxas de qualquer plataforma mudam sem aviso — confirme na fonte antes de decidir.

Organize sua loja física e venda também pela internet

PDV no balcão, catálogo aberto para a vizinhança, entrega cobrada por distância, retirada, pagamento na porta com troco e maquininha e Pix direto na sua chave — com um estoque só e 0% de comissão da plataforma.

  • Para o cliente do bairro: pedir a qualquer hora e escolher como receber
  • Para o entregador: sair sabendo a forma de pagamento e o troco
  • Para a equipe: um estoque, um catálogo e a comissão no ato
  • Para o dono: os dois canais no mesmo relatório
Criar minha loja física na SellitComece grátis, sem cartão de crédito e sem fidelidade.